No segundo domingo de agosto, comemoramos o Dia dos Pais. Não podemos deixar de homenageá-los, até porque para muitos pais, é uma das poucas vezes que aparecem na igreja. Perdoem-me os pais participativos, mas vejo em muitas congregações esposas viúvas de maridos vivos e filhos órfãos de pais vivos, NÃO BASTA SER PAI, TEM QUE PARTICIPAR!
Seguem três vídeos para fazê-los refletir.
É isso aí… (Reflexão)
Ser pai… (Comercial da Sprite, mas vale a pena ver…)
Acidente do pai… (Aproveite o seu tempo perto de seus filhos)
Quanto a teatro…. Segue uma idéia que achei na internet, já assisti em algumas congregações, fica bem legal. Também segue sites de teatro evangélico com dicas de peças (Não perca o próximo post sobre peças tiradas da internet, muito bom! Semana que vem, aguarde!)
Sites:
http://sites.google.com/site/artjelb/Home/dia-dos-pais
http://www.teatrocristao.net/categoria/datas/dia-dos-pais
Idéias:
Parte 01:
Montar um teatro com várias situações do cotidiano, onde os pais estejam fazendo algo enquanto seus filhos pediam para brincar ou pediam atenção, tais como:
O garotinho chegava enquanto o pai estava trabalhando no computador e pedia para brincar, o pai briga com o menino e diz que vá brincar sozinho porque está trabalhando pra sustentar a família.
A garotinha chega e vai abraçar o pai enquanto ele está falando no celular, o pai empurra a criança para os braços da mãe e continua falando…
O garotinho vem dividir o sanduíche com o pai quando este sai de terno e gravata e acaba sujando-o com suas mãozinhas , o pai briga , ameaça que vai batê- lo…
E outras situações que se pode verificar, imaginar ou copiar da vida cotidiana.
Parte 02:
Aparece um adolescente todo “punk” , bebendo e fumando com uma turma , e o pai vê a cena e fica desesperado, indo ao encontro do filho e tentando livrá- lo daquela situação.
O adolescente o empurra como ele fez com as crianças e continua com a turma.
Então, inicia a música do Tim Maia , “Não quero dinheiro…”
Parte 03: O(s) pai(s) fica(m) a pensar e refletir e então toma(m) consciência da necessidade de estar e viver mais o crescimento do(s) filho(s) e terminam abraçando e/ou brincando e/ou conversando e/ou pegando os filhos no braço deixando as atividades materiais e de interesse próprio ou profissional para depois.
FELIZ DIA DOS PAIS!
Duas idéias curtas… digamos assim:
Homenagens à glope!
Para aquelas situações em que não se quer fazer do culto um lugar para homenagear o pai “errado”! Ou para aquelas congregações que odeiam quando o culto passa um minuto a mais de uma hora de duração… rs.
Bem… algumas comunidades não aceitam essas coisas mas outras levam na boa: encenar uma piada para descontrair e uma cena mais “séria”.
Legal seria criar pai e filho numa sequência de situações engraçadas (piadas) e “sérias”.
A sequência mais curta que sugiro e pode ser incrementada é essa:
- pai sentado na poltrona lendo jonrla e o filho se aproxima pedindo para brincar no quintal. Mas o pai o proibe dizendo que no quintal tem cobra. O filho chora, esperneia, mas o pai é irredutível dizendo que no quintal tem cobra. O filho se conforma por alguns segundos e se distrai com algum brinquedo mas volta a pedir para brincar no quintal basicamente repetindo a cena inicial com a mesma desculpa: no quintal tem cobra. finalmente, depois de alguma “enrolação”… o filho insiste tanto que o pai diz: tá bom , meu filho, vamos lá, vamos brincar no quintal. Ao que a criança responde: “eu não porque no quintal tem cobra”.
Na sequência, uma história baseada em fatos da minha vida que transformei em cena. Conto a história:
Com seis anos de idade, morando com meus pais nos EUA, no primeiro dia de escola. Eu não falava uma palavra em inglês e não consequentemente não entendia nada também. Língua estranha, gente esquisita… me grudei na perna do meu pai e chorei pedindo desesperadamente para que ele não me deixasse lá com aquelas pessoas. Finalmente, uma meia hora de choro depois, um pouco mais calmo, meu pai me levou até a porta da sala e mostrou que lá no fundo tinha uma parede de espelhos. Do outro lado dos espelhos, tinha uma sala para os pais observarem os professores e as atividades com os filhos e ele me mostrou essa sala dizendo que ele ficaria lá atrás e que, embora eu não pudesse vê-lo, ele estaria lá o tempo todo. Eu não sei até hoje se meu pai realmente ficou lá naquela sala. Mas eu acreditei que ele estava lá e aceitei ficar.
Agora a esquete:
Entra o pai pelo corredor central da igreja caminhando até a frente da comunidade com a crinaça agarrada na perna dele e chorando desesperadamente dizendo “não pai, não me deixa aqui sozinho”. Na minha visão pode ser uma internpretação bem caricata.
Finalmente, chegando lá na frente, o pai, com toda a paciência vai acalmando o filho (que tem um brinquedo de baixo do braço). Desde o começo do culto há um espelho ao lado do altar.
Finalmente o pai, diz…: meu filho, voc^está vendo aquele espelho? O papai vai estar do outro lado, observando você e cuidando de tudo, o tempo todo. Tá bom?
O filho enxugando as lágrimas ainda acena que sim. E fica calminho brincando enquanto o pai se retira e entra uma narração ou mesmo o pastor (que pode ememdar aqui o sermão do dia):
“Assim é também nosso Pai que está no céu. Ainda que não possamos vê-lo, ele está lá, cuidando de nós. E podemos confiar nessa promessa e quem sabe viver tranquilos.”
(…)
Eu gosto de inserções curtas nos cultos e homenagens rápidas mas que ajudem as pessoas a refletirem sobre suas condições como pais, mães e filhos diante de Deus. E quando podemos integrar essas “homenagens” à mensagem do pastor… melhor ainda.
.abraços.
.el.
Por: Rahel em 17 Julho, 2009
às 11:48
Valeu pelas idéias Rahel, Legal!
Pra mim é instintivo puxar a orelha de pais relapsos, hehehe.
Até mais.
Por: Daniela em 19 Julho, 2009
às 15:39