Publicado por: Josué | 25 outubro, 2008

Desafios congregacionais

Atualmente a minha paróquia (Ilha – Florianópolis) está passando por um período de transição de pastores. O nosso querido pastor Volmir aceitou o chamado para ser capelão da Ulbra de Itumbiara-GO e amanhã será o culto com almoço de despedida. Já realizamos o processo de chamdo e agora estamos esperando a resposta do Pastor José Carlos Venske. Neste período, como presidente da Congregação, refleti muito sobre todas estas mudanças e como poderia auxiliar da melhor forma nesta transição.

Como coloquei no começo do texto, somos uma paróquia e ela é formada por duas congregações (Ilha e Cristo Rei) que gostariam de ter um pastor com mais tempo de dedicação para elas, portanto temos o objetivo de chamar um segundo pastor dentro de 1 ano, sendo que a segunda casa pastoral já está sendo construída. Atualmente nosso principal desafio para conseguir chamar o segundo pastor é da ordem financeira. Nenhuma das comunidades tem capacidade de arcar com o custo de um pastor exclusivo. Ao conversar sobre como superar essa dificuldade na congregação Ilha com o Pastor Volmir ele falou algo que me fez pensar muito. Segundo ele, a solução é a seguinte:

Que vocês (jovens) começem a ofertar e que se comprometam a trazer mais uma pessoa que oferte no próximo ano.

O centro da conversa era a questão financeira, mas coloco considero importante abordarmos o tema “ofertar” como sendo “sacrifício vívo”, doando dons, tempo e (inclusive) dinheiro. Será que estamos de fato nos ofertando para a igreja? Exercendo o nosso sacerdócio real? E temos encarado a missão com esta seriedade? Ou “apenas” testemunhamos como desencargo de consciência?

Concordam com a afirmação? Gostaria de ouvir as reflexões de vocês sobre este tema.

Em Cristo,

Josué Alexandre Sander


Responses

  1. Olá pessoal do RefleteJELB!!
    Eu sou da mesma paróquia que o Joso, e também estou preocupada com essa necessidade das nossas comunidades.
    Porém, eu sou menor de idade, não trabalho nem recebo mesada ou algo do gênero para poder ofertar com frequencia.
    Por isso, gostaria de perguntar aos jovens que acompanham o reflete, o seguinte: o que posso fazer para ajudar a minha comunidade??
    Foi citado acima a sugestão do pastor Volmir, ou seja, de nós, jovens, ofertarmos e trazermos novas pessoas que possam ofertar para a igreja também. Mas, se meus amigos são da mesma faixa etária que eu, isso resolveria?
    Espero sugestões…
    Um grande beijo e fiquem com Deus!!

  2. Olá Galera do reflete!
    Primeiramente parabéns pela iniciativa de levar aos nosso jovens reflexão e ação de modo bem bacana!
    Sou vice-tesoureira da congregação Cristo Redentor de Palmas-TO, e como em Floripa também sentimos a necessidade de mais um pastor em nossa paróquia para tadender os pontos de missão (5 no total). Atualmente nossa situação financeira tb não nos permiti colocar em prática este projeto, mas fico feliz que jovens também estejam preocupados em expandir o reino de Deus aqui na terra e principalemtne se colocarem como sacrifício vivo ao Senhor!
    Deixo registrada minha sugestão dos jovens participram das reunião administrativas da igreja (as famosas assembléias gerais) mesmo que ainda não sejam membros votantes e que também participema das reniões da diretoria através de seus representantes. Creio que é uma forma de conhecer os problemas de sua congregação e compartilhas idéias na busca de soluções .
    Abraços! Que Deus abençoe este belo Projeto!

  3. Amanda,
    e Agnes,

    A base do luteranismo é o sacerdócio real de todos.
    Sabe o que isso significa?

    Que todos somos chamados à fazer missão.
    Então, mesmo que a comunidade tenha caixa para chamar e sustentar um outro pastor para atender um, dois, cinco ou dez pontos de missão, ainda assim, na minha opinião, e aposto que na opinião de Lutero também (rs), o pastor deveria preparar os membros para atender o ponto de missão até que este tenha condição de chamar um pastor por conta própria.

    Isso significa ofertar. Mas não necessariamente ofertar grana, mas ofertar-se como sacrifício vivo, como sugere o Apóstolo Paulo. é Certo que fara´parte desse sacrifício, ofertar em dinheiro também, assim que houver entrada de dinheiro…

    … agora, está faltando pastor, tem pouca grana para chamar um segundo, um terceiro? Aproveito o que já existe e pede para que ele prepara pessoas para fazer a visitação dos membros enfermos, dos idosos, das crianças, visitação para ministrar a SC, para fazer os grupos de estudo, e, obviamente, prepara os membros para serem visitados por membros. O trabalho do pastor é ser pastor-mestre: ensinar.

    Visitar não é exclusividade do pastor.
    E quem está perdendo com o modelo que temos hoje? Nós mesmos. A Comunidade toda, que acha que só pastor pode e que só pastore deve fazer as coisas.

    Estamos deixando de ser Sacerdotes Reais.
    Precisamos abrir nossas mentes, corações e nos colocarmos à serviço da comunidade.

    .abraços.
    .el.


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: