Publicado por: Josué | 26 outubro, 2008

MOÇÃO 9 – Criação de Grupos de Discussão (GD’s) precedentes a Plenária do Congresso Nacional

MOÇÃO 9

 

Considerando que:

 

Ø  A juventude, mesmo como fase ainda de constituição pessoal, é capaz de formulação, decisão e relativa autonomia, fazendo-se mister ser um momento investido de formação e do forjamento de lideranças. Os espaços de proposição e decisão são fundamentais para esta formação, desenvolvimento de espírito crítico e aprendizagem no coletivo. Neste sentido os jovens além de lideranças das instâncias juvenis têm se tornado lideranças da nossa igreja não apenas para o futuro, mas como já o são no presente.

Ø  O atual modelo de participação na JELB carece da inclusão dos jovens membros, mesmo que de formas diferenciadas, cada um conforme sua capacidade. O modelo de moções apresentadas anteriormente ao Congresso por vezes não consegue agregar o conjunto dos jovens membros. O envolvimento dos jovens e sua integração, conseguindo pensar conjuntamente a igreja e seu trabalho, é possível sendo estimulada e lhe sendo atribuídas responsabilidades.

Ø  Ter como orientadoras as cinco áreas de atuação da Igreja (adoração, comunhão, serviço, testemunho e ensino) além do nosso modelo de organização e planejamento ajuda-nos a integrar os jovens nas questões gerais da igreja.

Ø  A mudança da nomenclatura do que nosso atual Regimento atribui a “moções” deve ser benéfica por auxiliar na compreensão do que se propõe no Congresso. As moções geralmente são atribuídas para uma determinada postura da entidade sobre acontecimentos (moções de louvor, moções de repúdio etc.).

 

Propomos:

 

Ø  Criar Grupos de Discussão (GD’s) que precedam a plenária final do Congresso Nacional e que tenha como finalidade ser espaço em que os jovens presentes no Congresso possam propor, conforme o tema do grupo, mudanças estatutárias, regimentais, proposições e moções. 

Ø  Alterar a nomenclatura de “moções” para: “alterações estatutárias” ou “alterações regimentais”, quando estas forem necessárias. E ainda para “proposições” quando referirem-se às ações da JELB, como projetos, deveres etc. E a permanência de “moções” para a posição da JELB quanto a acontecimentos.

Ø  A supressão dos itens a) e b) no artigo 14º do Regimento:

                “Art.14º – O Conselho Geral será composto de presidente e vice-presidente; secretário (a) e           vice-secretário (a); tesoureiro (a) e vice-tesoureiro (a); primeiro e segundo pastores         conselheiros:
                a) Fica a cargo do Conselho Geral nomear um Diretor Artístico.

                b) Além disso, poderão ser nomeadas pessoas ou comissões de auxílio para o Conselho               Geral, quando necessário.”

Ø  Realizar as seguintes alterações regimentais:

        – “Capítulo VI – Das Decisões do Regimento Interno”

        Alterar para “Das Decisões do Regimento Interno, proposições e moções”

                – “Art. 29º – O presente Regimento Interno somente poderá ser alterado mediante moção             enviada ao Congresso.”

                Alterar para “Art. 29º – Mudanças no presente Regimento Interno, proposições e moções             poderão ser enviadas ao Congresso ou formuladas nos Grupos de Discussão (GD’s) do               Congresso e levadas à plenária.

                a) Os GD’s devem preceder a plenária e devem ser divididos conforme os temas:            testemunho cristão, ensino, serviço, comunhão, adoração e organização. Eles devem ter                facilitadores que serão pastores devidamente preparados, indicados pelo CG, e também             relatores jovens membros da JELB.

                b) Os GD’s também são responsáveis pela proposição e modo de funcionamento de      comissões específicas da JELB.”

                – “Art. 31º – A comissão de estudo das moções, escolhida pelo plenário do Congresso,    deverá ser constituída por cinco jovens e um pastor pertencentes a diferentes regiões                 geográficas do Brasil.”

                Alterar para “Art. 31º – Os jovens relatores dos GD’s devem ser escolhidos pelo plenário do          Congresso, sendo pertencentes a diferentes regiões geográficas do Brasil. Juntamente com        os pastores facilitadores, os jovens relatores comporão a Comissão de Sistematização que            tem por objetivo levar sistematizadas as propostas enviadas ao Congresso e oriundas dos           GD’s para a plenária do Congresso.”

Ø  A supressão do art. 30º do Regimento:

                Art. 30º – As moções encaminhadas ao Congresso deverão ser dirigidas com o máximo de         cinco meses de antecedência da realização do mesmo. O Conselho Geral enviará as moções   às uniões juvenis com quatro ou, máximo, três meses de antecedência.”

Ø  Proceder as necessárias alterações estatutárias.

 

Juventude Evangélica Luterana da Paz – JELPAZ

Comunidade Evangélica Luterana da Paz – Rio de Janeiro

 

Míriam Starosky – Liderança JELPAZ

José Emiliano Starosky – Liderança JELPAZ

Rev. Egon Starosky – Pastor


Responses

  1. Eu vou comentar essa moção pois ela tem ligação direta com dois assuntos que me interessam:

    – liberdade e poder do plenário VERSUS autonomia e poder administrativos (do CG e comissões);

    – e grupos de discussão da JELB;

    A idéia dos grupos de discussão da JELB já passa pela minha cabeça faz algum tempo, mais de cinco ou seis anos de tal forma que tentamos movimentar um desses grupos em Cuiabá, partindo de discussões na antiga comunidade “JELB no Orkut” (hoje nas mãos de uma perfil do orkut que nos roubou a comunidade).

    Acho a idéia importantíssima partindo de duas considerações:

    – a JELB precisa aprender a conversar e dialogar pelo bem da gestão seguinte, no sentido de organizar e apontar problemas e resoluções. Nisso, essa moção tem tudo a ver com a moção que o Lucas Albuquerque escreveu (Moção 3), que cria o documento que conterá as resoluções e decisões plenárias que não alteram o regimento.

    Essas resoluções tem sido deixadas de lado pelo plenário por falta de liderança que chame o plenário para essa decisão. Afinal, o CG deveria aprender a consultar o plenário e servir a JELB seguindo as idéias lançadas ali, e não apenas impor suas idéias ao longo de dois anos.

    – a JELB também precisa aprender a discutir as moções com mais cuidado e calma, especialmente aquelas que alteram substancialmente o funcionamento das coisas. Facilmente recusamos moções e facilmente aceitamos algumas, sem pensar à respeito delas.

    Justamente por saber que é através de resoluções plenárias que o órgão máximo da JELB (o Congresso) deve guiar e orientar o trabalho do CG é que eu discordo da possibilidade de que sejam criadas moções em pleno congresso. Ou seja, não deveríamos facilitar tanto assim as alterações de regimento sob a possibilidade de construirmos um monstro de tantas alterações.

    Mas eu abriria uma exceção: para o caso de moções que não foram enviadas PELO CG em tempo hábil para apreciação das UJs, como aconteceu com uma moção minha no último congresso. Nesses casos deveria estar aberta a possibilidade da moção ser apreciada e votada em pleno congresso.

    .abraços.
    .el.


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