Publicado por: Pastor Elvis | 29 outubro, 2008

SER PASTOR

 

Olá amigos do RefleteJELB,

 

Conversando com o Josué sobre a cooperação no RefleteJELB ele me sugeriu a idéia de uma coluna intitulada “ser pastor”.

 

Depois eu fiquei pensando por que o título “ser pastor” ao invés de simplesmente “o trabalho como pastor”?

 

O trabalho que o pastor realiza é acompanhado por muitas pessoas. Algumas têm mais consciência e presenciam mais este trabalho e outras nem tanto. Agora, o ser pastor envolve mais do que aquilo que o pastor faz publicamente. Ser pastor, como o próprio verbo indica, é algo que faz parte da identidade de uma pessoa. O ser pastor envolve os desejos, alegrias, frustrações, certezas, dúvidas e tantos outros sentimentos que fazem parte do “ser”.

 

Nossa proposta é abordar o ministério público de forma bem ampla. Haverá espaço aqui tanto para tratarmos da pessoa do pastor, como do ofício (trabalho) em si. Poderemos falar sobre a diferença de vocação e capacidade. Vamos dialogar tanto sobre conceitos teológicos relevantes como sua aplicação prática para eventuais perguntas.

 

Portanto, querida amiga e querido amigo, quero convidar você a me ajudar neste processo de diálogo em torno do ministério público e tudo o mais que está relacionado a ele. Fique a vontade para fazer as perguntas que desejar, sugerir temas, pedir orações e tudo o mais que a fé cristã permitir dentro deste tema.

 

Enquanto aguardo as perguntas e sugestões e começo a organizá-las em tópicos segue abaixo os temas que abordaremos nas próximas semanas.

 

1 PASTOR 24 HORAS POR DIA

2 O MINISTÉRIO PÚBLICO VIA OFÍCIO SACERDOTAL DE TODOS OS CRENTES

3 NÃO É UM ESTADO ESPIRITUAL

4 AS PESSOAS SÃO O ALVO DO ANÚNCIO DO EVANGELHO

5 O MINISTÉRIO É UM OFÍCIO DE RESULTADOS SUBJETIVOS

6 O OFÍCIO DE PASTOR É PERPÉTUO?

 

Encerro este primeiro Post com um versículo que tem me servido de incentivo e se aplica a todos nós cristãos:

 

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” 1Co 15.58 (ARA – Almeida Revista e Atualizada)

 

Um grande abraço a todos e desejo-lhes as mais ricas bênçãos de Deus.

 

Pastor Elvis



Responses

  1. Eu gostei muito da idéia dessa coluna ou “categoria” do Reflete. E é claro que vou aproveitar para comentar e sugerir algumas coisas.

    Me parece que seria bem interessante se você personificasse os pastores em suas angústias mesmo! Por exemplo, diante do “Ser pastor” sempre me ocorre uma postura bem comum na nossa igreja e, ao mesmo tempo, totalmente anti-luterana e, até mesmo cristã, que é o “Ser pastorcêntrico”. Ou seja, pastores que concentram em si todo o trabalham, sufocam os outros ramos, e não conseguem abrir mão de ter o controle de tudo o que acontece, inclusive aquilo que escapa completamente daquilo que é seu ofício como o “ser pastor”.

    Por outro lado, existem comunidades em que os membros são pastorcêntricos e exigem tudo do pastor, a presença incondicional do pastor, e com isso não tomam as rédeas do seu próprio “ministério público”: o sacerdócio real.

    Diante dessas duas posturas como o “Ser pastor” se personificaria, na minha opinião?
    Não apenas emitido opinião sobre a questão, mas também tratando das angústias, preocupações e dificuldades que um pastor enfrenta que o levam a ter e até manter esse tipo de “ser” (o pastorcêntrico).

    Uma outra questão que me ocorre:
    – achei os temas propostos por você, pastor Elvis, muito pertinentes em geral, mas ressalto a maestria na escrita para troná-los interessantes na leitura para a JELB. Você saberá fazer isso melhor do que eu posso tentar chamar a atenção.

    Por hora, para encerrar, apenas mais duas sugestões:
    – o pastor-mestre (Efésios 4.11) como função primordial do pastor diante do patocentrismo dos membros;
    – em que sentido todo cristão tem uma função pastoral? (com vistas ao “agir pastoralmente”)

    Não sei se ainda cabe essa crítica ou essa observação, mas eu mudaria o nome dessa coluna e desse segmento do Reflete. Tenho criticado muito a IELB e a JELB pois ela está repleta de gente que “é” ou que quer “ser” (líder, CG, coordenador de comissão, pastor), e em contrapartida estamos precisando demais de gente que “faça”.

    Aliás, eu defino, em geral, o que significar “ser” através do “fazer”. Diante disso, eu chamaria a coluna de “Agir Pastor”.

    .um grande abraço.
    .bom trabalho.
    .fica com Jesus.
    .el.

  2. Quem sabe chamar de “PastorAÇÃO”?!

    .el.

  3. Gostei da proposta da seção.. acho que também poderia ser esclarecido algumas coisas sobre o ministério do pastor, como o que os membros podem ou não podem fazer sem ter um pastor por perto.. no sentido de sacramentos e outros..

    E gostei de “PatorAÇÃO”

    Abraços
    -Miguel-

  4. Oi Pastor Elvis, fico feliz em ter você como um dos colunistas do Reflete, gostei muito deste primeiro post e já estou ansioso para ler os próximos.

    Gostaria de propor alguns outros temas:
    – Como podemos propor mudanças na juventude sem o apoio do pastor?
    – Podem os jovens “cobrar” do pastor que os apoie mais ativamente?

    Abraços,

    Josué Alexandre Sander

  5. Legal… Essa coluna vai pegar fogo…no bom sentido é claro. Assuntos pastorais são sempre delicados, mas será ótimo debater isso entre os jovens. Quem sabe o Pastor Elvis motive jovens a se formarem pastores já que nossa igreja está fazendo esta campanha.
    Até mais,
    Daniela


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