RefleteJELB

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Apresentação da Coluna

O que é JELB? Muitos de nós já ouvimos e fizemos esta pergunta, a resposta padrão é “JELB é Juventude Evangélica Luterana do Brasil”. Mas e quando saímos um pouco do significado da sigla e procuramos entender o que ela representa na vida de cada jovem a resposta não fica tão fácil. Se você está lendo este Blog, provavelmente já passou ao menos uma noite de um dos seus congressos “divagando” sobre a JELB. Não apenas sobre o que ela é, mas também sobre a situação dela, os projetos que vem realizando e sobre os problemas que ela enfrenta. (será que isso pode?)

Eu já passei horas, sejam noturnas ou diurnas, divagando sobre a JELB em vários congressos, longas conversas no MSN e incontáveis e-mails. Mas o que fazemos com estas discussões? Sinto uma angústia muito grande, porque estas discussões geralmente acontecem de forma isolada, não conseguindo resultar em um aprendizado coletivo e uma, conseqüente, evolução da nossa visão de JELB. Será que vamos ter que eternamente aprender “quebrando a cara”? Ou será possível aprendermos coletivamente?

A idéia de criar um espaço para proporcionar “divagações” sobre a JELB e apresentar as reflexões que tive a partir da minha vivência já é antiga, mas esta semana, enquanto lia a “Quinta Disciplina” de Peter Senge, vi a importância de colocar isto em prática com urgência, buscando, através dos diálogos criar uma “organização que aprende”. Segundo Peter Senge nestas organizações as pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar os resultados que realmente desejam. Como podemos saber o que realmente desejamos se não conversarmos sobre isso? É possível criar práticas melhores sem dialogar sobre as experiências que já tivemos?

O Blog está gritando “REFLETE JELB!”, todos que estiverem dispostos a refletir (revelando, meditando ou repercutindo). REFLITAM. Revelem as suas opiniões, meditem sobre o que os outros escreveram e caso concorde com os sonhos, façam eles repercutirem por toda a JELB para que possam ser colocados em prática.

Responses

  1. Josué, suas histórias e vivências são muito importantes para o crescimento da JELB, espero que os jovens realmente aproveitem este espaço para compartilhar idéias e divagações. Vc poderia postar aqui algumas destas conversas que teve com jovens deste Brasil afora, com certeza muitos iriam se identificar com esses assuntos, assim como já aconteceu com a gente. Que acha?
    Até mais,
    Daniela.

  2. Oi Dani,

    Esse seu comentário me deu uma idéia. Vou tentar fazer um pequeno resgate de algumas viagens que fiz pela JELB. Procurando resgatar um pouco do que lembro de cada distrito e do que me marcou em cada congresso.
    Espero poder iniciar os textos ainda neste mês.

    Abraços em Cristo
    Josué

  3. Gente! Tive outra idéia refletindo por aqui! Qual seria a viabilidade de realizarmos uma pesquisa com o objetivo de entender melhor o que o jovem luterano pensa sobre a igreja, sobre a JELB, enfim… Poderíamos aproveitar o congressão, elaborar um instrumento de coleta dos dados… não sei, o que vocês acham?! Poderiamos com essas informações escrever e publicar artigos, colocar o assunto à tona. E aí?!

  4. Oi Luise,

    Faz tempo já que sonho em fazer essa pesquisa. No congressão passado chegamos a comentar em fazer, mas devido a sobrecarga de funções acabamos não fazendo.
    Conheço um pouco de pesquisa quantitativa do método survey (questionário aplicado para bastante pessoas). Posso ajudar na elaboração da metodologia e posteriormente na tabulação e análise dos dados, só não estarei no congressão para auxiliar na aplicação.

    Outra alternativa é utilizarmos um software para fazer a pesquisa online. Acham que vale a pena? Quem sabe pode ser o mesmo questionário, mas para diferentes universos.

    Topa ajudar a preparar?

  5. APRENDENDO A CONHECER!

    Para mim isso é um outro projeto muito necessário na JELB. Faz tempo que falamos sobre isso, não é Joso!?!

    Mas eu diria que um projeto assim pode se desmembrar em diversas ações diferentes:
    – conhecendo as UJs;
    – conhecendo os distritos;
    – conhecendo as regiões;
    – conhecendo os congressistas;
    – conhecendo nosso entorno.

    O que deve vir primeiro?
    Não sei.

    Mas destaco o seguinte:
    – quem mais precisamos conhecer hoje?

    Na minha opinião, precisamos conhecer melhor nossos jovens inativos (e mesmo os ativos) e nosso entorno. E isso se faz melhor elaborando uma pesquisa em que as UJs, quem sabe através dos RDs da JELB, busquem aplicar o questionário ao seu cadastro de “gente-que-não-aparece-mais”.

    Há umas duas ou três semanas atrás, tive uma idéia que sugeri ao pastor Waldemar a realização na “missão zero” CPTN. Mas acho que alguém na JELB pode encabeçar isso como um projeto nacional também.

    A idéia consiste em mobilizar localmente UJs em conhecer o entorno da congregação através de um vídeo documentário amador. Na prática, resumidamente, o negócio é pegar uma câmera digital ou algo melhor, com ou sem microfone, e sair para a rua, na faculdade, na escola, no bairro com no máximo poucas perguntas simples como:

    – Você é religioso?
    – O que você pensa sobre o céu?
    – O que é o Evangelho?
    – Quem é Jesus?

    Com cada uma dessas perguntas, dá para ensejar outras perguntas rápidas, ou não, dependendo da proposta. Mas com isso podemos ter um material surpreendente e muito interessante para trabalhar e apresentar como as pessoas tem visto questões chave para a igreja e para a fé.

    … é claro que precisa se pensar em liberação de imagens pública e detalhes, mas acho que há algo potencialmente interessante.

    Isso pode ser feito na forma de uma pesquisa escrita e “anônima”, com alguns dados a mais como idade, sexo, e alguns detalhes.

    De qualquer forma, são idéias que fazem parte do que eu chamaria de um movimento do “aprendendo a conhecer”.

    .abraços.
    .el.

  6. Topo sim! Acho que podemos fazer um trabalho muito legal e contribuir muuito para os trabalhos da JELB. Podemos ir nos baseando em experiências e idéias como a do Rahel e chegar a um fator comum. Só acho que devemos pensar logo numa comissão, ao algo assim, para que possamos nos organizar, se quisermos aproveitar o congressao de alguma forma, nem que seja para divulgar o início da pesquisa. Como faremos? A facilidade é que estarei em Floripa na ultima semana de novembro e na segunda de dezembro.

  7. ADOREI. SEM PALAVRAS?


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